Sobre o Fluxo Editorial

Um blog independente, escrito por dois economistas, sobre o caminho que o dinheiro percorre no Brasil.

Como começou

O Fluxo nasceu de uma coluna. Em 2022, Ricardo escrevia uma análise mensal sobre liquidez para um portal pequeno. Fernanda lia e mandava correções. Quando o portal fechou, em 2024, os dois decidiram continuar sozinhos — sem veículo, sem editor, só uma caixa de e-mail e um domínio. Hoje o blog publica um texto longo por semana, lido principalmente por gente que trabalha em finanças.

Quem somos

Ricardo Amorim — colunista

Economista formado pela USP, com doze anos em mesa de renda fixa antes de virar colunista. Escreve sobre macroeconomia, crédito e liquidez. É quem mantém o ritmo de publicação semanal.

Fernanda Lins — repórter

Economista formada pela UFMG, com passagem por fintech de crédito. Cuida da reportagem de campo — entrevistas com fundadores, visitas a empresas, conferência de dados. É quem vai atrás do que os relatórios não mostram.

O método, em poucas linhas

Texto longo, fonte citada, número conferido. Não cobrimos cotação do dia — cobrimos o porquê. Quando usamos dado de fonte pagadora, dizemos. Quando estimamos, dizemos também. A descrição completa está na página de método.

Financiamento e independência

O Fluxo não aceita patrocínio editorial. Assinantes pagam valor simbólico — R$ 19 por mês em junho de 2026 — que cobre hospedagem, ferramenta de edição e tempo de apuração. Textos permanecem abertos; assinatura sustenta frequência, não paywall duro. Ricardo e Fernanda não consultam para empresas citadas nos textos; quando há conflito potencial, declaram no rodapé do artigo.

Leitores corporativos — tesourarias, fundos, fintechs — representam cerca de 60% da base, segundo pesquisa interna de maio. O restante divide-se entre jornalistas de economia, estudantes de pós-graduação e gestores de PME que querem entender crédito sem slide de banco. Não medimos tempo de leitura nem rastreamos comportamento: só sabemos quem assina porque pediu nota fiscal.

Onde estamos

São Paulo, na Vila Madalena — não há sala comercial, há um escritório compartilhado e muito café. Para falar, escreva para [email protected] ou visite a página de contato.